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©17 de março 2012 Revive Israel Ministries

Conflito em Gaza

Asher Intrater

Em 1979, Israel assinou um tratado de paz com o Egito. Israel cedeu o deserto do Sinai que é grande em extensão, tem recursos naturais e é um protetor estratégico ao redor da divisa sudoeste de Israel. O que eles receberam foi a promessa de conter qualquer ataque terrorista ou militar. E 2005 Israel tirou todos seus cidadãos (aproximadamente 9,000) de Gaza.

No dia 18 de Fevereiro de 2011, o Presidente egípcio Hosni Mubarak resignou. No levantamento da revolução, o novo governo da Irmandade Mulçumana disse que eles não iriam honrar o acordo de paz. Desde então houve um aumento de armamento em Gaza por parte do Egito e um aumento de terroristas saindo de Gaza e entrando no Sinai.

Em Agosto de 2011, Israel teve avisos de segurança de um plano de ataque terrorista pelo “Comitê Popular” do Jihad Islâmico em Gaza. Eles decidiram deter o ataque. Isso acabou sendo um erro, pois os terroristas saíram de Gaza, entraram no Sinai, atravessaram a fronteira de Israel perto da Rota 12 que leva a Eilat e assassinaram 8 israelenses.

Desta vez Israel planejou em contrariar o próximo ataque. Um novo aviso de um ataque parecido foi dado. A força aérea israelense localizou e matou Zohair Al-Qaisi, líder o do “Comitê Popular,” que planejava o ataque. O Jihad Islâmico reagiu com uma arremetida de ataques de mísseis, mas Israel estava preparado.

Os números finais do conflito esta semana são:
  • 1,000,000 Israelenses dormiram em abrigos anti-bombas
  • 304 mísseis atiradas de Gaza em Israel
  • 72 destes mísseis com sucesso foi atirado em centros populosos de Israel
  • 56 destes mísseis foram interceptados com sucesso pelo sistema de defesa Iron Dome (Cúpula de Ferro)
  • 16 misseis penetraram e atingiram centros populosos de Israel
  • 8 cidadãos Israelenses ficaram feridos
  • 27 alvos dentro de Gaza atingidos pela força aérea israelense
  • 22 terroristas mortos em Gaza
  • 4 cidadãos de Gaza mortos


Cúpula de Ferro

O sistema de defesa Iron Dome (Cúpula de Ferro) é uma invenção israelense, que consiste de uma unidade de radar, que em poucos segundos identifica um míssil chegando, determina sua trajetória, e se este estiver indo em direção a um centro populoso, então transfere esta informação para o lançador de mísseis, que então lança o míssil para interceptar o míssil no ar. Neste conflito o Iron Dome identificou todos os 72 entre os 304 mísseis atirados em direção a centro com civis, e interceptou 56 dos 72 com uma porcentagem de sucesso alta (78%). O sistema de radar é desenvolvido pela companhia Elta, e o lançador de mísseis é desenvolvido pela companhia Rafael.



Parte do problema é finanças. Cada lançamento de um míssil Iron Dome custa mais de 50,000 dólares. O exército de Israel no momento só possui 3 baterias Iron Dome (1 para Beer Sheva, 1 para Askelon, 1 para Ashdod). Para cobrir as áreas ao redor, seria necessário 9 baterias. Veja o mapa anexado do alcance dos mísseis.


“SWIFT Rapidamente!”

O Presidente Obama anunciou uma forte sanção econômica esta semana ao fechar a companhia dos códigos SWIFT que transfere movimentações bancárias internacional no Irã. Algumas fontes de Israel relatam que a sanção pode ter sido resultado da conversa com o Primeiro Ministro Netanyahu, onde Netanyahu disse, “SWIFT, rapidamente!”


Second Coming Battle

O evento central do fim dos dias é a 2ª Vinda de Yeshua (Jesus). Este evento é real e literal. As duas passagens mais claras nas Escrituras que descrevem a 2ª Vinda são Apocalipse 19 e Zacarias 14. Apocalipse 19 dá a perspectiva dos céus; Zacarias 14 a perspectiva terrestre.

Apocalipse 19:11-15 descreve os céus abertos e Yeshua liderando os exércitos celestiais a descer para a guerra. O versículo 19 declara que Yeshua vem para destruir as combinadas forças dos exércitos das nações que estão juntos na terra. Porém, ali não fala onde na terra que estas forças estão unidas. A razão pela qual a localização não é mencionada no livro de Apocalipse é que ela já foi mencionada no livro de Zacarias.  

Zacarias 14:2 – “Eu ajuntarei todas nações para a peleja contra Jerusalém.” Quando estas nações atacarem, Yeshua virá para lutar contra elas, derrotá-las, e os Seus pés então ficaram em pé no Monte da Oliveiras. Zacarias 14:3-4 – “Então sairá o Senhor e pelejará contra estas nações, como Ele peleja no dia da batalha; e naquele dia estarão os Seus pés sobre o Monte das Oliveiras.”

Para que Yeshua volte, Jerusalém tem que ser reocupada, como Yeshua previu em (Lucas 21:24). Também haverá um avivamento de fé em Israel (Romanos 11:26; Zacarias 12:10)  e o povo de Jerusalém irá clamar convidando Yeshua a voltar (Mateus 23:39). Para que aconteça um ataque internacional contra Israel, tem que haver uma organização mundial unindo as nações (como a ONU) e uma religião mundial (com o Islamismo extremista) incitando as nações para “varrer Israel do mapa.”
Mesmo que os exércitos das nações vão crer que eles têm razão em atacar Jerusalém, o ataque será visto pelos céus como um ataque contra o próprio Yeshua. (Apocalipse 19:19 – “Eu vi a besta, os reis da terra, com seus exércitos, congregados para pelejarem contra Aquele que estava sentando no cavalo e contra Seu exército.”) Os elementos políticos, econômicos e militares que irão abranger esta batalha já estão nos seus lugares. Os primeiros estágios da guerra já começou.

Yeshua irá lutar contra aqueles que atacarem Jerusalém, independente de sua religião ou passado étnico. Cada grupo de pessoas, cada entidade nacional e cada grupo religioso irá ter que decidir de qual lado eles estão. Ser neutro não será uma opção. A questão Jerusalém se tornará a “pedra de ofensa” (Zacarias 12:3) e o “prumo” (Amós 7:7) nas mãos do Senhor para julgar as nações.

A 2ª Vinda de Yeshua e a batalha por Jerusalém estão essencialmente conectadas entre si.


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